terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Símbolos nacionais
Os símbolos da
Pátria: o Hino e a Bandeira Nacional. Ouvir o hino, um poema de Henrique L,
Mendonça, musicado por Alfredo Kail, é sempre uma emoção, assim como ver o
hastear da Bandeira é algo que “mexe” connosco e que nos faz sentir a nossa
nacionalidade. Por isso mesmo, estes símbolos devem ser tratados como máximo de
respeito por todos nós.




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Património histórico Local II
Hoje, ficámos a conhecer
alguns dos monumentos da nossa cidade, que até constituem um rico património
histórico e é bom que ele continue a ser respeitado para chegar incólume a
outras gerações: o Castelo, a Domus Municipalis, o Pelourinho, o mosteiro de
Castro de Avelãs…
Concurso Nacional de Leitura
Alguns dos “Companheiros”,
inscreveram-se no Concurso nacional de Leitura.
É um concurso a nível
nacional, desenvolvido em várias fases. Realizou-se a fase regional, que
engloba as provas nas escolas concorrentes.
Neste âmbito, os “Companheiros”, que se inscreveram, realizaram a prova, que incidia sobre a leitura autónoma de
dois livros: “O Beijo da Palavrinha”, de Mia Couto e “O Segredo do Rio”, de Miguel Sousa
Tavares. Os participantes “dizem” que correu bem e vamos esperar os resultados…




quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Artesanato
O artesanato - arte
de produzir objetos à mão - leva-nos muitas vezes ao conhecimento dos costumes
e tradições de um povo. Falar deste tema para crianças não é fácil pelo que o
melhor é serem elas a descobri-lo.
Assim, trouxemos algumas peças para a sala de
aula e mostramos aos “Companheiros” alguns exemplares dos Açores (ilha de S.
Miguel): bonecas feitas de folhas de milho, moinho de osso de baleia. Da nossa
região trouxemos cântaras de Pinela entre outras.
"Uma imagem vale
mais que mil palavras", diz o povo, e sem dúvida que os “Companheiros”
ficaram entusiasmados e com vontade de conhecerem outros exemplares, que espero
que venham a surgir, depois da apresentação do trabalho que têm entre mãos.
Tudo ao contrário...
Iniciámos o estudo da
obra “Poemas da mentira e da verdade”, de Luísa Ducla Soares. Lemos o poema “Tudo
ao contrário”, alguns sinónimos e depois escrevemos o poema mas usando
antónimos, de forma a criar um poema com ideias corretas e não contrárias. No final
ouvimos a versão cantada pelo Daniel Completo.
Frações
Iniciámos o subdomínio
números racionais não negativos, relembrando o que aprendemos no segundo ano –
dividir a unidade e representar cada uma das partes de um todo dividido em
duas, três, quatro… Ler e escrever esses números “fracionários” utilizando corretamente
os termos “numerador” e “denominador” e reconhecer frações próprias.
Estátuas e bustos...
Como cidadãos,
aspirando a alguma cultura, devemos encontrar as nossas raízes, pelo que não
podemos admitir descurar o conhecimento do passado da nossa terra. Os monumentos
ou os seus vestígios, as estátuas e bustos, os forais e outras fontes escritas
(jornais, fotografias antigas, revistas, livros...), as fontes orais (as
lendas, as tradições) transmitidas pelas pessoas mais velhas, toda esta riqueza
legada nos permite revelar e estudar o passado.
Hoje iniciamos as
apresentações dos trabalhos sobre monumentos, estátuas e bustos que podemos observar
na nossa cidade. Um património que por vezes nos passa ao lado… Começámos com
um trabalho cujo tema foi “estátuas e bustos”, que nos trouxe três notabilidades:
D. Fernando, segundo Duque de Bragança, que se encontra fora dos muros da
cidadela, nos jardins, em frente a Porta da Vila; a segunda personalidade Aníbal
dos Santos Fernandes Jardino, um dos heróis da lancha “Vega”, morto em combate
na Índia Portuguesa de Diu. Bragança perpetuou-o com um monumento com busto no
Parque Eixo Atlântico. Por fim, Humberto Delgado (o General sem medo)
homenageado com um busto na nossa cidade. O Busto encontra-se num dos acessos ao
Centro Comercial de Bragança, na avenida com o mesmo nome.
Foi o primeiro
trabalho apresentado e começamos a descobrir e a conhecer melhor a nossa
cidade.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Diabos, diabritos e outros mafarricos
Hoje, deslocamo-nos
ao auditório Paulo Quintela pois tínhamos encontro com o escritor Alexandre
Parafita. Como já anunciado, os “Companheiros” dramatizaram o conto “O agricultor
e o diabo”, do livro Diabos, diabritos e outros mafarricos, obra que que faz
uma compilação de histórias, lendas e contos trazidos da tradição oral. Segundo
palavras do autor “Estas histórias viajaram no tempo através da tradição oral.
E da tradição oral viajaram para o livro, onde o escritor as recontou. São
velhos contos populares e lendas que valem pela graça que têm e pelas mensagens
que transmitem, dando a conhecer às crianças de hoje a magia que encantou as
crianças de ontem. Por isso, com elas chega até nós… o eco da voz de muitos
avós”.
A dramatização esteve
muito bem e o autor gostou muito! Parabéns aos “Compoanheiros”.



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